Governo do Distrito Federal
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6/08/20 às 19h22 - Atualizado em 11/09/20 às 10h51

Representantes de servidores da PCDF discutem plano de saúde com comitê executivo

Entidades foram convidadas a participar de reuniões sobre a criação do GDF Saúde

 

O plano de saúde dos servidores públicos do Distrito Federal foi pauta de reunião, na tarde desta quinta-feira (6), entre representantes da Polícia Civil (PCDF), o presidente do Instituto de Assistência à Saúde do Servidor (Inas), Ney Ferraz, e o secretário de Economia, André Clemente.

 

A reunião abriu a agenda de encontros do grupo executivo, instituído pelo Decreto nº 41.063, que tem a missão de viabilizar a implantação do Plano de Assistência Suplementar à Saúde — GDF Saúde. “Esta é uma medida de atenção da gestão do governador Ibaneis Rocha com uma demanda antiga dos servidores do DF”, pontua Clemente.

 

Participaram do encontro os presidentes da Associação dos Delegados de Polícia (Adepol), Amarildo Fernandes, do Sindicato dos Delegados de Polícia (Sindepo), Rafael de Sá Sampaio, e do Sindicato dos Policiais Civis (Sinpol), Alex Galvão. A entidades apresentaram dúvidas e preocupações referentes à participação da categoria.

 

“Criado o comitê executivo, começam nossas ações para implementar o plano de saúde. A principal é conversar com a partes interessadas. Todas as entidades terão oportunidade de participar do processo de discussão”, afirma o secretário.

 

Autogestão

 

O GDF Saúde poderá atender mais de 170 mil servidores ativos e inativos da administração direta, autárquica e fundacional do Distrito Federal. O grupo executivo responsável pela formulação da política é coordenado pelo secretário de Economia e conta com o presidente do Inas, Ney Ferraz, e o presidente do Banco de Brasília (BRB), Paulo Henrique Rodrigues.

 

Para o Estado, além de servidores mais dispostos e produtivos, o GDF Saúde significará diminuir a demanda sobre a rede pública. O grupo executivo agora poderá convidar representantes de organismos governamentais, bem como de outros órgãos públicos e entidades, para fazer consultas ou receber assessoramento em atividades específicas.

 

Fonte: ASCOM/SEEC